A história da Ginga começa com a ideia de dar uma nova vida a peças que já pertenceram a alguém especial. Em 2022, a nossa fundadora voltou ao Brasil após quatro anos morando em Lisboa e decidiu revisitar o guarda-roupa de sua avó, já falecida. Para sua surpresa, encontrou um vasto acervo de moda vintage. Dona Natalia, uma verdadeira mestre do garimpo que, com um olhar apurado, tinha um talento especial para resgatar e cuidar de peças que muitos consideravam dispensáveis.
O que começou como uma loja online de roupas de segunda mão provenientes deste acervo, logo evoluiu para algo maior. Ao olharmos para o mundo da moda hoje, vemos que a fast fashion tem diluído a magia que existe por trás da maestria da costura e do design. Hoje, as peças são frequentemente baratas, de baixa qualidade e produzidas em massa, deixando uma pesada pegada ecológica. Nesse contexto, Camilla percebeu não apenas o espaço, mas a necessidade urgente de inovação nesse setor e decidiu criar uma marca independente de roupas dedicada exclusivamente ao Upcycling.
Mas afinal, o que é Upcycling?
O Upcycling é o princípio que abrange todos os nossos valores.Diferente da revenda de roupas de segunda mão, o upcycling ressignifica cada peça através de processos artesanais, agregando valor e originalidade. Na questão da sustentabilidade, não apenas mantém a moda em um ciclo contínuo – evitando o modelo tradicional de produção, consumo e descarte – mas também abre infinitas possibilidades de reaproveitamento.
A Ginga vem para quebrar o paradigma de que moda é algo momentâneo, rápido e descartável. Queremos prestigiar a produção e os processos artesanais da costura e do design, enquanto torna esse universo mais próximo de quem veste o produto final. No fim das contas, não é só sobre roupas – é sobre inovar e fazer moda de um jeito mais autêntico e responsável.
Ginga.
Criando moda com propósito.
